22/05/2018

Liberdade no Mundo 2018 - Um ano em crise

A liberdade de um, é a liberdade de todos, e esta deve ser sempre defendida seja a nível local, seja a nível global.
Os dados que a Freedom House mostram para o ano corrente são alarmantes e deviam fazer com que cada um de nós refletisse  sobre o seu papel, ou ausência dele, dentro do mesmo. A ausência de interesse, muitas vezes assistida pelas massas torna-se indesculpável perante todo os sinais gritantes que se têm vindo a assistir nos últimos anos.


2017 com todas as suas consequências tornou-se um ano anti-democrático, onde se assistiu a uma diminuição da democracia a nível mundial, a maior de há décadas. Onde se incluiu uma precariedade nas eleições livres, nos direitos da minorias, na liberdade da imprensa e na manutenção da lei.

Enquanto que 35 países registaram um aumento de liberdade nas suas redes, 70 perderam viram a liberdade política e direitos humanos em declínio. Sendo de sublinhar, que este já é o 12º ano consecutivos em que se registam uma diminuição destas liberdades e direitos.



Também é de registar o papel que os EUA tiveram, ao perderem o seu papel tradicional de exemplo a nível mundial como defensor das liberdades democráticas e direitos humanos. Por outro lado, a influencia anti-democrática da Rússia e China conheceram um aumento. Registou-se, igualmente, uma ameaça grave a nível global, por parte dos Estados corruptos e repressivos.

Esta é uma situação de inversão da democracia, à qual se assistiu a um notório aumento nas duas décadas entre 1987 e 2007, sendo que desde então se têm vindo a verificar os dados de reversão da mesma.



Fonte: Freedom House



Desejo

«O condenado à morte deixou transparecer uma alegria comovida ao saber do indulto. Mas ao cabo de algum tempo, acentuando-se as melhora...