24/08/2016

Aguardo


Em que canto fico?
Em que canto espero?
Pelo quê? Por quem?
Não sei.
Não sei se de ti, se de mim...
Se de mim é por quem espero, então o sono tomarme-á.
Se for por mim, não vou.
Sei que quero,
Sei que o meu coração deseja,
Mas há aquele arrebatamento do ficar
Que suplanta o de ir.

Mas é disso mesmo que espero?
E espero?
Que faço? Não sei.
Estou entre estados,
Entre sentires,
Entre emoções
E desilusões.

Sim aguardo...
Deixo-me a sentir esta lassidão triste
Esta prisão do espírito
Da vida.
Quero ir, mas há uma corrente que me aprisiona
E essa corrente sou eu.
Mas talvez não...
Não, não sou eu...
É este maldito sentir,
Que me faz sentir o outro sentir...

E fico...
E aguardo...
E fico porque aguardo, porque espero...



05/08/2016

A formação do núcleo da Terra

O ferro encontra-se presente nos meteoritos sob todas as formas. Concentrado no mais profundo da Terra, formou, por uma alquimia complexa, o núcleo do planeta, líquido entre os 2900 e os 5200 km, depois sólido até ao centro da Terra, a 6370 km. Como, quando e com que rapidez se passou tudo isto? É difícil saber, pois a procura de indícios passa pelo estudo de raros meteoritos e rochas muito antigas.



O ferro é um metal que está presente e pode observar-se a todas as escalas na matéria extraterrestre: esta é sem dúvida uma das diferenças essenciais entre as rochas terrestres e as que o não são. Os meteoritos constituídos unicamente por metal, os meteoritos de ferro, representam apenas cerca de 1% das ocorrências observadas até hoje. Este facto poderá significar que serão raros na cintura de asteróides. Se se encontram bem representados nas vitrines dos museus, é sem dúvida porque são mais fáceis de reconhecer no conjunto das rochas terrestres do que os outros meteoritos.

Depois do silício e do oxigénio, o ferro é o elemento que se encontra em maior concentração nos meteoritos primitivos, cuja matéria mais se assemelha à que serviu para formar a Terra.
Uma parte do ferro encontra-se sob a forma metálica: a observação destes meteoritos ao microscópio  
meteorito ferroso
revela extensões de metal desde alguns micrones a alguns milímetros.
A outra parte do ferro encontra-se oculta no interior de minerais não metálicos, por vezes fazendo parte de minerais muito diversos, desde dos sulfuretos aos silicatos e aos óxidos (quimicamente oxidado). Os dois silicatos mais importantes na composição dos meteoritos primitivos e do manto da Terra são as olvinas e as piroxenas, que podem conter grandes quantidades de ferro nas suas redes cristalinas.

Na Natureza, o ferro encontra-se combinado, como componente dos silicatos, ou livre, sob a forma metálica. A observação das coleções de meteoritos mostra que existe uma gradação continua desde os mais ricos em metal aos mais pobres. Isto sugere que um processo comum terá afetado todos os corpos sólidos do Sistema Solar, provavelmente a redução dos silicatos, onde o ferro se encontrava sob a forma oxidada. Esta hipotese pode ser testada se se aquecer a alta temperatura um produto constituído por olivina de constituição próxima das olivinas dos meteoritos primitivos, ela funde parcialmente e perde uma grande parte do seu ferro. Aparecem então pequenas esferas de ferro metálico, os côndrulos, cujas dimensões variam desde as mais pequenas no interior das olivinas às maiores na periferia. O ferro extraído agrupa-se sob a forma de grandes esferas líquidas de várias dezenas de micrones.

Esta reação química de redução é semelhante à que se verifica na extração do ferro metálico do minério, uma reação pela qual a olivina original perde parte do ferro, que se transforma, após redução, em ferro metálico. É interessante verificar como um processo tão simples reproduz, pelo menos no seu princípio, a composição da Terra.
Mostra bem que, se «fabricarmos» a Terra partindo da composição de um meteorito primitivo, irão formar-se: um manto silicatado composto por olivinas e piroxenas, pobres em ferro, na proporção de dois terços de olivinas para um terço de piroxenas; um núcleo metálico constituído por ferro, com vestígios de certos elementos leves, como o sílicio, e, finalmente, uma atmosfera e uma hidrosfera (elemento líquido) por emissão de certos gases, nomeadamente oxigénio.

A hematita (Fe2O3) é um dos minérios 
dos quais se extrai o ferro
 O homem precisou de várias dezenas de séculos para conseguir fabricar ferro metálico a partir das rochas que o rodeavam. Mas estas eram pobres em ferro, e só em condições muito especificas permitem o sucesso de tal operação.
A experiência à escala da Natureza teve realmente lugar no princípio da história da Terra. O material de partida, de que são testemunhos os meteoritos primitivos, continham cerca de 32% de ferro (em peso). Uma vez que a crustra terrestre não contém mais de 7,5% em média, isso significa que grande parte do ferro inicial se concentrou no centro da Terra, no núcleo. Para se chegar a este resultado, foi necessário, por um lado, que fosse transferido para o núcleo o ferro metálico presente nos planetesimais a partir dos quais a Terra se formou e, por outro, que o ferro disponível, sob forma oxidada, nos meteoritos, reduzido a ferro metálico.

Estas operações só puderam realizar-se a temperaturas altíssimas: o ferro puro funde a 1359 ºC à pressão atmosférica, e seria necessário atingir perto de 4000ºC para conseguir fundi-lo às pressões elevadas que reinam no centro da terra. Para que a Terra fosse assim aquecida, foi necessário uma energia poderosa. Esta terá sido produzida aquando da acreção dos planetesimais que formaram a Terra. Os seus choques devem ter libertado uma energia que, teoricamente, teria permitido que a temperatura atingisse os 25000ºC.
Mesmo que uma parte importante desta energia se tenha perdido quase instantaneamente no espaço, a que restou parece suficiente para explicar a fusão da Terra, a separação de uma grande parte do metal e a sua migração para o núcleo. Com efeito, o ferro metálico é bastante mais denso que os silicatos de onde é extraído, pelo que escorre para o undo e forma o núcleo. Este líquido metálico «escoa-se» assim para o centro da Terra, recolhendo no caminho as pequenas bolsas de metal líquido que vai encontrando. Na parte mais interior do núcleo, o ferro está submetido a temperaturas e pressões altíssimas (cerca de 5000ºC e 3,5 milhões de bares); isto provoca, provavelmente, a cristalização de uma parte do ferro líquido, que assim se transforma em ferro sólido.

Não existe uma maneira direta de medir a idade do núcleo da Terra nem de conhecer a velocidade da sua formação, pois essas amostras estão para sempre fora do alcance do homem. No entanto, podem datar-se os meteoritos metálicos que existem nas coleções: formaram-se todos num intervalo de tempo de, no máximo, algumas dezenas de milhões de anos, depois da formação dos meteoritos primitivos. A formação do ferro metálico a partir dos silicatos deve ter sido muito rápida. Esta hipótese parece lógica, pois as únicas fontes de calor suficientemente potentes que conhecemos são as desintegrações radioativas dos elementos com períodos de vida muito curtos, que se esgotam em uma dezena de milhões de anos, e a libertação quase instantânea da energia gravitacional no decurso das fases de acreção. Parece, portanto, que o núcleo terrestre se formou em menos de 60 milhões de anos depois da formação dos meteoritos.

Há cerca de 4500 milhões de anos que a Terra vem arrefecendo, mas o núcleo mantém-se quente, provavelmente pela desintegração do potássio radioativo que contém e pela energia libertada pelos movimentos dos cristais de metal no metal líquido. Uma parte do calo produzido liberta-se em direção à superfície, e as interações que se verificam entre o núcleo exterior e a base do manto são provavelmente a causa de grandes movimentos de conveção no manto, traduzidos à superfície pelo vulcanismo de ilhas oceânicas como o Havai.


Fonte:
A fabulosa história da Terra, Selecções Reader's Digest, Agosto de 2002



04/08/2016

Contradição


Coisa contraditória esta... pede-se tanto para que o tempo passe, que o momento seja o outro a seguir e, no entanto, teme-se tanto a passagem do tempo, implora-se para que este páre.




Bolas de Fogo e Pedras-Trovões


 Colidem diariamente com a terra pedaços dispersos de matéria proveniente do espaço. A maior parte destes pedaços de matéria nunca chega a atingir o solo, pois incendeia-se durante a sua descida através da atmosfera. Na sua passagem, eles deixam atrás de si um rasto brilhante e incandescente, os meteoros. Frequentemente, um único e grande meteorito despedaça-se, devido à violência da sua queda através da atmosfera, e os seus fragmentos ardem no ar, caindo para a Terra sob a forma de poeiras.
Esta chuva de poeira abate-se constantemente sobre as nossas cabeças. Centenas de toneladas caem diariamente na atmosfera terrestre. «Estas partículas encontram-se no ar que respiramos, nos alimentos que ingerimos e na água que bebemos», afirma o astrólogo Donald Brownlee. Chamam-se micrometeoritos e são tão pequenos que, de acordo com as estimativas de Brownlee, o homem comum é, sem que o saiba, «atingido» semanalmente por alguns.
Devido à raridade com que estes meteoritos caem junto a habitações humanas, até ao advento da idade moderna, as pessoas não estavam bem certas de que tal coisa alguma vez pudesse ter acontecido. Existiam relatos antigos que diziam repeito a bolas de fogo que, ao cruzar a noite como relâmpagos, se despedaçavam nos campos dos lavradores, acabando por ficar em brasa. 
Nos seus escritos do século I d.C., o naturalista romano Plínio, o Antigo, deu a estas pedras cedentes o nome de «pedras-trovões», pois, segundo afirmava, ao caírem do céu elas ribombavam. No entanto, Plínio escreveu igualmente que as pérolas são o fruto de conchas fecundadas pelo orvalho, que em certas épocas do ano o falcão se transforma em cuco e que os seres humanos têm mantido relações amorosas com os golfinhos e baleias. No século XVII, no alvorecer da ciência moderna, astrónomos franceses do Século das Luzes reviram os escritos de Plínio e todas as histórias que diziam respeito a «pedras-trovões», acabando por concluir que provavelmente tal coisa não existiria.
Em L'Aigle, a 112 km de Paris, deu-se uma chuva meteórica espetacular. Um astrónomo de Parins, enviado para investigar o fenómeno, encontrou os cidadãos  a vender essas pedras na rua. Depois disto, nunca mais ninguém duvidou de que as pedras pudessem cair no céu.
No virar do século XX, os cidadãos de Vanavara avistaram uma bola de fogo nas estepes da Sibéria. O povo de Vanavara afirou que a passagem da bola de fogo provocara um estampido e uma explosão tal que, na sua aldeia, os vidros quebraram-se e os jarros caído dos armários. Foi enviada então uma expedição científica soviética com o objetivo de investigar a floresta rochosa de Tunguska. Os membros da expedição descobriram que numa área de várias centenas de quilómetros quadrados todas as árvores tinham sido derrubadas e queimadas. Num local a 65 quilómetros de Vanavara, os troncos chamuscados das árvores irradiavam tal como o epicentro de uma explosão.
Durante décadas, o acontecimento de Tunguska esteve envolto em mistério e obscuridade. Atualmente pensasse que um meteorito tenha explodido em pleno ar acima deste ponto solitário na floresta da Sibéria
O despenhamento no Arizona poderia igualmente ter sido testemunhado por seres humanos, pois na Idade da Pedra os caçadores da Ásia já haviam descoberto o caminho via continente para o estreito de Bering e deslocavam-se para o sul através do sudoeste americano. Mesmo a uma distância de dezenas de quilómetros, os caçadores poderiam ter ficado atónitos perante a imagem de uma bola de fogo a atravessar o deserto, descrevendo um arco, por entre o rimbombar de trovões. Teriam avistado uma chama a muitos quilómetros de distância e uma nuvem em forma de cogumelo gigante a elevar-se no ar.
Muito tempo depois deste possível avistamento, Armstrong, Aldrin e Collins regressaram à Terra sãos e salvos, trazendo consigo 20 quilogramas de pedra lunar. Os três astronautas mantiveram-se de quarentena durante várias semanas. Durante esse período de tempo e para se verificar se a Apollo trouxera consigo alguma praga desconhecida, colocaram-se ratos brancos, batatas, algas, peixes e codornizes em contacto com os astronautas e com pedaços de rocha lunar. O restante tesouro lunar foi selado em cofres de alumínio e em câmaras de vácuo.
Durante esta quarentena, Terry N. Slezak, técnico de fotografia da NASA, numa sexta-feira à noite em que se encontrava a trabalhar até tarde, no Laboratório de Receção Lunar, desembrulhou um rolo fotográfico de 70 milímetros com as suas próprias mãos.
Subitamente, reparou num pó preto e fino que se agarrava aos dedos. Aparentemente, Armstrong deixara cair a carga da película fotográfica sobre o pó lunar, sem nunca se ter dado ao trablaho de a limpar. «Ao olhar para ela pensou: Meu Deus! É isso», afirmou Slezak mais tarde. «O pó era muito negro. À vista e ao tacto parecia ser muito solto, mas não era tão fino como o pó-de-talco.» Slezak e os outros cinco que se encontravam nessa sala despiram-se imediatamente e, selando todas as suas roupas em sacos de plástico, correram para o duche.
A quarentena terminou sem mais incidentes e as rochas cinzento-acobreadas e cor de cacau foram enviadas para análise em laboratórios especiais como o abrigo lunar em Pasadena, na Califórnia. A estas rochas lunares, juntaram-se outras vindas das posteriores missões à Lua.
Através das observações efetuadas pelos astronautas e da datação cuidadosa das pedras lunares que trouxeram consigo, existe atualmente uma ideia aproximada do que teriam sido os primeiros milhares de milhões de anos da Lua. Parece ter sido um período de bombardeamento furioso e quase inatingível, uma tempestade jamais vista, e teria durado milhões de anos. O pó negro no qual os astronautas haviam deixado as suas pegadas era regolito, ou seja, pedra pulverizada. Em alguns locais chega a atingir a profundidade de dezoito metros. Este regolito fora formado  a partir do impacto de sucessivos meteoritos; a lua assemelhar-se-ia a um almofariz sob a ação de um milhão de pilões.
Alguns fragmentos lunares dispersos conseguiram escapar ao bombardeamento, sendo estas rochas mais antigas do que a formação de Isua na Terra. Algumas podem ter qualquer coisa como 4,6 milhões e anos, datando aparentemente dos primeiros anos da Lua. No entanto, estas relíquias são muito raras. A maior parte do basalto de que os oceanos negros da Lua são compostos, possuem entre 3,1 a 3,8 milhares de milhões de anos, sendo quase tão antigos como o rochedo de Isua na Gronelândia.
É esta a leitura de muitos peritos lunares: a Lua formou-se provavelmente há 4,5 milhões de anos, por altura da formação da Terra. A sua superfície foi aquecida por fortes impactos, arrefecendo em seguida. 
Há cerca de quatro milhares de milhões de anos teve lugar o segundo e último grande bombardeamento. Enormes crateras de impacto, centenas de vezes maiores do que a Cratera do Meteoro do Arizona, destruíram a maior parte das rochas existentes à face da Lu, tornando o primeiro capítulo do sistema solar tão difícil de se ler na Lua tal como o é na Terra.
Durante centenas de milhões de anos, a lava brotou através do chão da cratera, inundando grandes extensões da superfície. Este mar de lava endureceu, dando origem a oceanos lunares.
Uma vez solidificada a lava, a Lua atingira o cume do seu desenvolvimento. Passaram-se três milhares de milhões de anos e a Lua, à exceção de uma ou outra cratera de impacto, mantém-se praticamente inalterada. Até à data, os meteoritos continuam, à semelhança do que acontece na Terra, a cair na Lua; no entanto, fazem-no a um ritmo dez milhares de vezes inferior ao inicial.




Fonte
Planeta Terra, Jonathan Weiner, editora Gradiva

Os milagres do Islão

Os seguidores do profeta Maomé, fundador do islamismo, estavam tão convencidos dos seus poderes divinos que recolhiam a água em que ele se lavava, o cabelo que caía da sua cabeça e até a sua saliva, acreditando que tais «relíquias» operariam maravilhas.
Embora o próprio Maomé (c. 570-632) não afirmasse ser capaz de operar milagres, diz-se que realizou muitos prodígios durante a sua vida. Depois da sua morte, os fiéis afluíam ao seu túmulo em Medina, e muitos ainda consideram este local fonte de poderes miraculosos ilimitados. Algumas das lenas - como, por exemplo, a história de que o profeta  alimentou 1000 homens com a carne de um único carneiro - parecem reproduzir os milagres de Jesus da Nazaré. Diz-se também que quando Maomé nasceu, em Medina, a sua mãe brilhava tão intensamente que o seu esplendor foi visto na distante Síria, à semelhança da estrela de Belém.
Outros milagres referidos são mais estereotipados - Maomé fazia profecias que se tornavam realidade, sabia da morte de certas pessoas antes de receber a notícia do acontecimento e lia na mente dos inimigos judeus que planeavam envenená-lo. Abi Jahl, outro inimigo, que atirou  pedras ao profeta, ficou com a mão mirrada e inutilizada. O profeta foi saudado por uma pedra, e uma coluna de madeira  chorou até quase se partir ao meio quando Maomé, que se ali se encostara, se afastou.
Muitos milagres são atribuídos, a alguns dos discípulos de Maomé, sobretudo aos líderes espirituais de várias comunidades espalhadas pelo mundo islâmico. Maomé ben Isá, que morreu por volta de 1523 d.C, fundador da ordem Isáwiyyah, foi exilado pelo xeque de Meca. Quando os seus discípulos, esfomeados, lhe pediram ajuda para encontrar alimentos, ele disse-lhes que comesse de tudo o que encontrassem na estrada. Revelando confiança absoluta no mestre, eles apanharam pedras, serpentes e escorpiões - e o poder de Maomé ben Isá protegeu-os de qualquer mal. Em 1868, o alemão H. von Maltzan descobriu uma comunidade marroquina que conservara essa tradição. Depois de executar danças rituais, o povo engolia serpentes e escorpiões vivos, vidro partido, agulhas e folhas de cacto com um entusiasmo desenfreado e sem qualquer efeitos nocivos.
Durante o século XVI, missionários muçulmanos na Índia procuravam ativamente converter hindus para a sua fé. Reza a lenda que vários milagres os ajudaram na sua missão. Quando o imã de Pirana viu um grupo de peregrinos hindus que se dirigiam para Benares, ofereceu-se para os ajudar. Eles aceitaram e imediatamente se viram transportados para Benares. Banharam-se no rio sagrado, o Ganges, cumpriram os seus deveres religiosos e depois acordaram, verificando que ainda se encontravam em Pirana. Impressionados, converteram-se imediatamente ao islão.






Fonte:Viagem ao Desconhecido, Selecções do Reader's Digest
Imagem: Ascensão mística de Maomé, numa miniatura turca do Sya-Al-Nabi (Vida do Profeta)

Desejo

«O condenado à morte deixou transparecer uma alegria comovida ao saber do indulto. Mas ao cabo de algum tempo, acentuando-se as melhora...