16/03/2016

Benim

                                             


Oficialmente, a República de Benim, é um país na África Ocidental. Faz fronteira com o Togo a oeste, com a Nigéria a este e com a Burkina Faso e o Níger a norte.
A maior parte da população encontra-se concentrada na pequena costa a sul na Angra de Benim, parte do Golfo da Guiné na zona tropical mais a norte do Oceano Atlântico.
A capital de Benim é Porto Novo, mas a sede do governo encontra-se em Cotonou, a maior cidade do país e a capital económica.
Benim abrange uma área de cerca de 115.000 quilómetros quadrados e tem uma população de cerca de 9,98 milhões de habitantes.
Benim é um país tropical, sub-saariano, extremamente dependente da agricultura, com uma larga empregabilidade e um rendimento crescente proveniente da agricultura de subsistência.
A língua oficial de Benim é o francês, no entanto línguas indígenas como o Fon e o Yoruba são de uso comum.
O grupo religioso com maior presença no país é a Igreja Romana Católica, seguido de perto do Islão, Vodun e Protestantismo.
Benim é um dos membros das Nações Unidas, da União Africana, da Organização da Cooperação Islâmica, da Paz do Atlântico Sul e Zona de Cooperação, de La Francophonie, da Comunidade dos Estados Sahel-Saarianos, da Associação dos Produtores Africanos de Petróleo e da Autoridade da Bacia de Níger.


Do século XVII ao século XIX as principais entidades políticas da área eram o Reino de Daomé, a cidade-estado de Porto Novo e uma vasta área com tribos muito diferentes, no norte. Esta região era conhecida como a Costa dos Escravos desde o início do século XVII, devido ao imenso número de escravos que eram enviados daí para o Novo Mundo, durante a época do comércio de escravatura transatlântica. Após a abolição da escravatura, a França dominou o país e renomeou-o como Daomé Francês.
Em 1960, Daomé conseguiu obter a independência completa da França, ao que se seguiu um período tumultuoso, com vários governos democráticos, ocupações militares e governos militares.
Um Estado Marxista-Leninista designado de República do Povo de Benim existiu entre 1972 e 1990. Em 1991 foi substituído pela atual multi-partidarista República de Benim.

Etimologia

Durante o período colonial e na altura da independência, o país era conhecido como Daomé. Foi renominado a 30 de Novembro de 1975 para Benim, devido ao corpo de água sobre o qual o país se encontra - a Angra de Benim - a qual, por sua vez havia sido denominada assim devido ao Império de Benim. O país de Benim não tem qualquer ligação à Cidade de Benim na Nigéria atual, nem aos bronzes de Benim.
O novo nome, Benim foi escolhido devido à sua neutralidade. Daomé era o antigo nome do Reino de Daomé, que cobria apenas a maior parte meridional do território atual, logo não representando Porto Novo (um estado rival do sul, o sector Atakora a noroeste, nem o Reino de Borgu, que cobria a área a a nordeste.



História

História pré-colonial
O nome da capital Porto Novo vem do português, quando iniciou o seu desenvolvimento como um porto para o mercado de escravos. O atual território de Benim junta três áreas que possuíam sistemas étnicos e políticos diferentes antes do controlo colonial francês. Antes de 1700, houve algumas cidades-estados importantes ao longo da costa (principalmente pertencentes ao grupo étnico Aja, mas também dos povos de Yoruba e Gbe) e uma massa de regiões tribais no interior (compostas pelos Bariba, Mahi, Gedevi e Kabye).
O Império Oyo, localizado principalmente a este da moderna Benim, era a força militar de maior importância na região e fazia frequentemente raides extraindo tributo aos reinos da costa e às regiões tribais.A situação alterou-se nos anos de 1600 e início de 1700, quando o Reino de Daomé, que era de etnicidade Fon, foi fundado no planalto de de Abomei e começou a conquistar áreas ao longo da zona costeira. Em 1727, o rei Agaja do reino de Daomé já tinha conquistado as cidades costeiras de Allada e Whydah, mas tornou-se um tributário do império Oyo e não atacou diretamente a cidade estado de Porto Novo que era aliada de Oyo.
A ascensão do reino de Daomé, a rivalidade entre o reino e a cidade de Porto Novo, as politicas tribais continuas da região norte e as diversas etnias, foram uma divisão que continuou até às épocas colonial e pós-colonial.
O Reino de Daomé era conhecido pela sua cultura e tradições. Muitas vezes os jovens rapazes eram aprendizes de velhos soldados os quais ensinavam-lhes os costumes militares do reino até que estes tivessem idade suficiente para entrar no exército. Daomé também era famoso por ter instituído uma força de elite de mulheres militares, chamada Ahosi "nossas mães" na língua Fongbe, e conhecidas pelos europeus como as Amazonas daomeanas. Esta ênfase na preparação militar, e sucesso, fez com que Daomé ganhasse a alcunha de Esparta Negra por parte dos europeus e exploradores do século XIX como Sir Richard Burton.
Os reis de Daomé vendiam os seus cativos de guerra para o mercado de escravos transatlântico; de outra forma os cativos seriam mortos numa cerimónia conhecida como Costumes Anuais. Estima-se que por volta do ano de 1750, o rei de Daomé estivesse a ganhar cerca de £250.000 por ano com a venda de africanos aos europeus para o mercado de escravos. Apesar de inicialmente os líderes de Daomé aparentarem resistir ao mercado de escravos, floresceu na região de Daomé durante cerca de trezentos anos (com começo em 1472 com um acordo com os mercadores portugueses), o que fez com que a região passasse a ser designada de A Costa dos Escravos. Os protocolos da corte que exigiam que um número dos cativos das muitas guerras de Daomé fossem decapitados, diminuiu o número de escravos exportados. O número desceu de 102.000 pessoas na década de 1780 para 24.000 na década de 1860. O declínio deveu-se, em parte, devido à proibição do mercado de escravos pelos britânicos e outros países. Este declínio continuou até 1885, quando partiu o último navio da atual costa da república de Benim para o Brasil.


Período Colonial - 1900 a 1958

Por meados do século XIX, Daomé começou a perder o seu status como a potência da região. Isto permitiu aos franceses dominar a área em 1892. Em 1899, os franceses incluíram a terra chamada Daomé Francesa na colónia África Ocidental Francesa.
Em 1958 deram a autonomia à República de Daomé, e independência completa a 1 de Agosto de 1960. O presidente que levou à independência foi Hubert Maga.


Período Pós-Colonial

Durante os próximos doze anos, lutas étnicas contribuíram para um período de turbulencia. Deram-se vários golpes de Estado e mudanças de governo, em que sobressaíram quatro figuras - Hubert Maga, Sourou Apithy, Justin Ahomadegbé e Emile Delin Zinsou - os três primeiros eram de áreas e etnias diferentes do país. Estes três concordaram em formar um Conselho Presidencial após a violência ocorrida nas eleções de 1970.
A 7 de Maio de 1972, Maga passou o poder a Ahomadegbe. A 26 de de Outubro de 1972 o tenente coronel Mathieu Kérékou derrubou o triunvirato governante, tornando-se presidente afirmando que o país não iria "sobrecarregar-se ao copiar a ideologia estrangeira, e não quer nem o Capitalismo, nem o Comunismo nem o Socialismo". A 30 de Novembro anunciou oficialmente que o país era Marxista, sob o controle do Conselho Militar Revolucionário (CNR) tendo de seguida nacionalizado a industria do petróleo e bancos.
A 30 de Novembro de 1975 Kérékou renomeou o país para Repúblicar Popular de Benim.
Em 1979 o CNR foi dissolvido, e Kérékou designou umas eleições de fachada em que ele era o único candidato permitido. Estabeleceu relações com a República Popular da China, Coréia do Norte e Líbia e colocou praticamente todos os negócios e atividades económicas sob o controlo estatal, o que fez com que o investimento estrangeiro em Benim quase desaparecesse.
Kérékou tentou reorganizar a educação ao colocar o seu próprio aforismo "pobreza não é fatalidade", o que resultou num êxodo massivo de professores juntamente com outros profissionais de outros sectores. O regime financiava-se com contratos em que se encarregava de levar o lixo tóxico, primeiro da União Soviética e depois da França.
Em 1980 Kérékou converteu-se ao Islão e mudou o primeiro nome para Ahmed, mais tarde voltou a mudar para o nome inicial ao designar-se como cristão novamente.
Em 1989 surgiram motins após o governo se ter visto incapaz de pagar ao exército. O sistema bancário colapsou e eventualmente Kérékou renunciou ao Marxismo e uma convenção forçou Kérékou a libertar prisioneiros políticos e anunciar eleições.
O nome do país foi mudado oficialmente para República de Benim a 1 de Março de 1990 após a nova constituição do país estar completa.
Em 1991, Kérékou foi derrotado por Nicéphore Soglo e tornou-se o primeiro presidente negro africano a ser eleito. Kérékou viria a retornar ao poder após ter ganho as eleições em 1996 e em 2001, após as quais os oponentes viriam a denunciar irregularidades nas eleições.
Em 1999 Kérékou apresentou um pedido de desculpas formal pelo papel central que os africanos haviam tido no mercado de escravos atlântico.
Kérékou e o antigo presidente Soglo não se candidataram às eleições de 2006, por estarem restringidos constitucionalmente pela idade e total de termos.
A 5 de Março de 2006 efectuaram-se umas eleições consideradas livres e justas. Ganhou Yayi Boni que assumiu o poder oficialmente a 6 de Abril. O sucesso das eleições multipartidárias em Benim obtiveram louvores internacionais. Boni foi reeleito em 2011.


Divisão de Benim

Em 1999 os seis províncias existentes foram repartidos em doze, totalizando os atuais doze, as quais por sua vez estão subdivididas em setenta e sete comunas.




1)Alibori 2)Atakora 3)Atlantique 4) Borgou 5) Collines 6) Donga 7) Kouffo 8) Littoral 9) Mono 10) Ouémé 11) Plateau 12) Zou


Geografia
Benin é uma faixa estreita de terra situada no ocidente do continente africano, entre o Equador e o Trópico de Caranguejo, situando-se entre as latitudes 6º e 13º N e longitude 0º a 4º E. Faz fronteira com o Togo a oeste, Burquina Faso e Níger a norte, Nigéria a leste e com o Golfo de Benim a sul.
Com uma área de 114.763 km2, Benim estende-se desde o Rio Níger ao norte, até ao Oceano Atlântico a sul, uma distância de 650 km. Embora a costa só tenha 121 km o país mede cerca de 325 km no seu ponto mais largo.
É um dos países mais pequenos da África Ocidental, um oitavo do seu vizinho Nigéria mas o dobro de Togo.




Benim mostra pouca variação a nível de elevação e pode ser dividido em quatro áreas desde o sul ao norte, começando com a planície costeira de baixa altitude (com o ponto mais elevado a 10m) que tem, no máximo 10 km de largura. É uma região pantanosa e rica em lagos e lagoas que se encontram em comunicação com o oceano. Para além da linha costeira encontra-se a savana florestal guineana, os planaltos do sul de Benim, com uma altitude que varia de 20 a 200 m, que são separados por vales que se estendem de norte a sul ao longo dos rios Couffo, Zou e Oume. Após esta região podem ver-se terras planas com montes rochosos que chegam aos 400 m de altitude que se estendem ao ongo de Nikki e Save. Finalmente, encontra-se uma extensão montanhosa ao longo da fronteira a noroeste partilhada com Togo - é a Atacora, com o ponto mais elevado do país, o Monte Sokbaro a 658 m.
Podem encontrar-se manguezais em Benim e remanescentes de floresta sagrada. No resto do país, a savana está coberta com arbustos espinhosos e com enormes árvores baobá. Algumas florestas alinham-se ao longo das margens dos rios. No norte e noroeste de Benim a Reserva do W du Níger e o Parque Nacional Pendjari atraem os turistas ansiosos por verem elefantes, leões, antílopes, hipopótamos e macacos. O Parque Nacional Pendjari juntamente com os Parques fronteiriços Arli e W em Burquina Faso e Níger é um dos redutos mais importantes para as espécies ameaçadas do leão da África Ocidental. Com uma estimativa de 356 (entre 246 a 466) leões, W-Arli-Pendjari abriga a maior população de leões da África Ocidental. Historicamente Benim tem servido como habitat para a espécie em perigo de extinção Cão de caça Pintad, Lycaon pictus; no entanto pensa-se que esta espécie já se encontre extinta localmente.
O clima de Benim é quente e húmido. A queda de água anual na região costeira alcança uma média de 1300 nm. Benim tem duas estações de chuvas e duas de seca por ano. A estação de chuvas principal vai de Abril até ao final de Julho, com um período de chuvas menos intenso desde os finais de Setembro até Novembro. A estação seca principal vai de Dezembro a Abril, com um período de seca mais fresco que vai de dos finais de Julho até aos princípios de Setembro. As temperaturas e humidade são elevadas ao longo da região costeira. Em Cotonou, a temperatura máximas é de 31 ºC, as mínimas de 24 ºC.
As variações de temperatura aumentam quando se vai na direção norte desde a savana e planaltos até Sahel. Um vento seco chamado Harmattan varre a região de Dezembro a Março, época na qual a erva seca, a vegetação torna-se castanha-avermelhada, e um fino véu de pó cobre o país. É nesta estação que os agricultores queimam os arbustos dos campos.


Economia

A economia de Benim está dependente de uma agricultura de subsistência, da produção de algodão e comércio regional. O algodão conta para cerca de 40% do GDP e cerca de 80% das exportações oficiais. O crescimento da produção real tem tido um aumento de 5% nos últimos anos, mas o rápido crescimento populacional tem compensado este crescimento produtivo. A inflação também tem apresentado uma diminuição nos últimos anos. Os serviços continuam a dar a maior contribuição para o GDP do país, principalmente devido à sua localização geográfica, permitindo atividades de comércio, transporte e turismo com os países vizinhos.




De forma a aumentar ainda mais o crescimento, Benim planeia atrair ainda mais investimento estrangeiro, colocando uma maior ênfase no turismo, facilitar o desenvolvimento dos novos sistemas de processamento de alimento e produtos alimentares e encorajar o desenvolvimento de tecnologia de informação e comunicação.
Embora as organizações sindicais representem cerca de 75% da força laboral, tem sido detetado pela Confederação Internacional Sindical que a grande economia informal apresenta grandes problemas, incluindo a grande desigualdade salarial das mulheres e a continuação do uso de trabalho forçado.
Benim é membro da Organização Para a Harmonia dos Negócios em África, OHADA (para saber mais sobre a OHADA www.ohada.com/content/newsletters/636/compreender-a-ohada.pdf). da ONU, UA, CEDEAO, CENSAD, OCI, ZPCAS e Francofonia.
Estimou-se o IDH de 2011 como 0,36, no 166º lugar.


Demografia

O census de 2013 revelou que a população de Benim era composta por 9.983.884 habitantes.




A maior parte da população de Benim vive no sul. Trata-se de uma população jovem, com uma expectativa de vida de 59 anos.
Vivem cerca de 42 grupos étnicos africanos no país. Estes grupos fixaram-se no território de Benim ao longo de várias épocas e também migraram dentro do país. Os grupos étnicos incluem os Yoruba no sudeste (migrantes da Nigéria no século XII), os Dendi na zona centro-norte (vindos do Mali no século XVI), os Bariba e os Fula a nordeste, os Betammaribe e os Somba na faixa Atacora, os Fon na área à volta de Abomey no centro sul e os Mina, Xueda e Aja (vindos do Togo) na zona costeira.
Grupo étnico
Grupo ÉtnicoPercentagem Est.2002
Fon39,2 %
Adja15,2 %
Yoruba12,3 %
Bariba9,5 %
Fula7,0 %
Ottomai6,1 %
Yoa/Lokpa4,0 %
Dendi2,5 %
Outros1,6 %
Não especificados2,9 %

Migrações recentes têm trazido outros grupos africanos para Benim, incluindo nigerianos, togoleses e malianos. A comunidade estrangeira também inclui muitos libaneses e indianos envolvidos nos negócios de comércio. O pessoal de várias embaixadas europeias, missões de ajuda, organizações não governamentais e diversos grupos missionários contribuem para cerca de 5500 europeus.

PosiçãoNomeProvínciaPopulação
1CotonouLittoral678 874
2Abomey-CalaviAtlantique655 965
3DjougouDonga266 552
4Porto-NovoOuémé263 616
5ParakouBorgou254 254
6TchaurouBorgou221 108
7KandiAlibori177 683
8BohiconZou170 683
9MalanvilleAlibori168 006
10OuidahAtlantique161 544


 Saúde
Durante a década de 1980 menos de 30% da população tinha acesso aos serviços de saúde primários. Benim teve um dos índices mais elevados de mortalidade infantil (para menores de 5 anos), com 203 mortes em cada nascimento. Só uma em cada três mães tinha acesso a cuidados de saúde infantis. A Iniciativa Bamao mudou esta situação de forma dramática ao introduzir reformas nos cuidados de saúde com base comunitária, resultando numa distribuição dos serviços de forma mais equitativa. Foi estendida uma abordagem abrangente a todas as áreas de saúde, com a consequente melhoria dos indicadores de saúde e na eficácia dos cuidados de saúde e seus custos.

Educação
A literacia em Benim está entre uma das mais baixas do mundo, em 2010 estimava-se ser de 42,4% (55,2% para os homens e 30,3% para as mulheres). Embora durante um período o sistema de educação não fosse livre, Benim aboliu as propinas escolares e está a seguir as recomendações do Fórum Educacional 2007.

Línguas
Os idiomas locais são usados como as línguas de instrução nas escolas primárias, com o francês a ser só introduzido após vários anos. Nas cidades mais ricas, no entanto, o francês é ensinado desde cedo.

Religião
O census de 2002 mostrou que 42,8% da população beninense era Cristã (27,1% Romano Católicos, 5% da Igreja Celestial de Cristo, 3,2% Metodistas e 7,5% de outras denominações cristãs), 24,4% eram muçulmanos, 17,3% praticavam Vodun, 6% outras religiões locais tradicionais, 1,9% pertenciam a outros grupos religiosos e 6,5% não tinham afiliação religiosa.
As religiões indígenas incluem religiões animistas no Atakora (provinciais do Atakora e Donga) e o Vodun e Orisha ou Orisa são veneradas entre os povos Yoruba e Tado no centro e sul do país. A cidade de Ouidah é o centro espiritual do Vodun.
As religiões introduzidas com maior alcance são o Cristianismo, seguido através do centro e sul de Benim e no país Otammari no Atakora, e o Islão, introduzido pelo Império Songhai e mercadores Hausa, e agora seguido nas províncias Alibori, Borgou, assim como no Yoruba. Muitos, no entanto, continuam a seguir as crenças Vodun e Orisha e incorporaram o panteão destas religiões no Cristianismo.

Cultura

Artes
A literatura beninense tinha uma tradição oral muito forte antes do francês se tornar a língua dominante. Felix Couchoro foi o autor da primeira novela beninense, L'Esclavein de 1929.
Após a independência o país assistiu a uma renovação vibrante na música, na qual a música tradicional se combinou highlife ganesa, cabaret francês, rock francês, funk, soul e rumba congolês.




O cantor Angélique Kidjo e o ator Djimon Hounsou nasceram ambos em Cotonou. O cineasta e ator Didier Chabi nasceu no Kandi, e o compositor Wally Badarou e o cantor Gnonnas Pedros são ambos de descendencia beninense.
Biennale Benim, continuando os projectos de várias organizações e artistas iniciou o evento Regard Benin em 2010. Em 2012 o projeto tornou-se um Biennial coordenado pelo Consortium, uma federação de associações locais. Ver mais em Biennale Regard Benin 2012.


Cozinha
A cozinha beninense é conhecida em África devido aos seus ingredientes exóticos e sabores diferentes. Os pratos de Benim consistem em vários ingredientes frescos com muitos molhos. No sul de Benim o ingrediente mais comum é o milho, muitas vezes usado para preparar massa que é servida principalmente com molhos de base de amendoins ou tomate. O peixe e a galinha são muito comuns, usados principalmente no sul, mas também são consumidos carne de vaca, de cabra e rato do mato. O alimento principal no norte é o inhame, acompanhado com os molhos mencionados acima. No norte as populações usam a carne de vaca e de porco que é frita em óleo de palma ou de amendoim ou cozinhada em molhos. O queijo também é usado em alguns pratos.
Também é de consumo comum o cuzcus, o arroz e os feijões, junto com frutas como mangas, laranjas, abacates, bananas, kiwi e ananás.


Locais turísticos
O turista encontra desde praias tropicais até parques protegidos onde poderá ver os animais selvagens em vias de extinção como os leões da África Ocidental. Mas também encontra museus, palácios e a dança de máscara Guelede, considerada Património Oral e Material da Humanidade da UNESCO em 2001, na cidade de Save. Veja mais no site http://www.beninemb.org.br/Portugues/Benin/turismo.htm




Bibliografia

Desejo

«O condenado à morte deixou transparecer uma alegria comovida ao saber do indulto. Mas ao cabo de algum tempo, acentuando-se as melhora...