01/12/2015

Ponto


Na mitologia grega, Ponto era uma divindade antiga, pré-Olimpiana, uma das divindades primordiais gregas.
Ponto era filho de Gaia e, de acordo com o poeta grego Hesíodo, nasceu  sem que a mãe se tenha unido a outra divindade, por partenogénese e irmão mais velho de Urano. Para este poeta, Ponto era pouco mais do que a personificação do mar, ho pontos, "a Estrada", pela qual os Helenos designavam o Mar Mediterrânico.
Junto com Gaia (a Terra) gerou Nereus (o Homem Velho do Mar), Taumante (a maravilha impressionante e temível do Mar, que representa os diversos aspetos perigosos do mar), Fórcis e a irmã Ceto, e a "Deusa Forte" Euríbia e Proteu. Com a deusa marinha Tálassa (cujo próprio nome significa simplesmente "mar" mas que é derivado de uma fonte pré-grega), concebeu os Telquines e toda a vida marinha.
Numa escultura romana do século II a.C, Ponto, erguendo-se de algas marinhas, agarra num leme com a mão direita e inclina-se para a proa de um navio. Usa uma coroa mural e acompanha a Fortuna, cujas cortinas aparecem à esquerda, como divindades gémeas patronas do porto Tomis na Moésia no Mar Negro.
Ponto é a primeira divindade que surge como força primal das águas e é personificado como o mar primitivo. É muito confundido com o titã Oceano. Nas lendas atuais Ponto é o líder e mestre de todos os rios sinistros que banham o Tártaro.
Esta dualidade de Ponto, como gerador de vida e o líquido da morte, traduz-se em que a vida e a morte têm um ponto comum.



Fonte
wikipédia

Desejo

«O condenado à morte deixou transparecer uma alegria comovida ao saber do indulto. Mas ao cabo de algum tempo, acentuando-se as melhora...