15/05/2014

Byron - O poeta rebelde

George Gordon Byron, 6.º Barão Byron (Londres, 22 de Janeiro de 1788 - Missolonghi, 19 de Abril de 1824), mais conhecido como Lorde Byron, foi um destacado poeta britânico e uma das figuras mais influentes do Romantismo, célebre devido às suas obras primas, como são exemplos Peregrinação de Childe Harold e Don Juan (o último ficou inacabado devido à sua morte iminente)

Byron é considerado como um dos maiores poetas europeus e ainda é extremamente popular na actualidade.
Toda a obra de Byron, que exprime o pessimismo romântico, com a tendência a se voltar contra os outros e contra a sociedade, pode ser vista como autobiográfica. Estreou-se pela postura, pelo tom rebelde ante as convenções morais e religiosas e pelo charme cínico de que o seu herói demoníaco sempre se revestiu.

A fama de Lorde Byron não se deve somente à sua escrita, mas também à sua polémica e extravagante vida, que inclui numerosas amantes, dívidas, separações e alegações de incesto.
Morreu em Missolonghi, na Grécia ocidental, quando lutava ao lado dos gregos pela independência desta da opressão turca. Diz-se que a sua morte pode ter sido causada por uremia, complicada por febre reumática.

A sua filha, Ada Lovelace, colaborou com Charles Babbage para o engenho analítico, um passo importante  na história dos computadores.

Fonte:Wikipédia

Frases

“O ódio é o prazer mais duradouro; 
os homens amam com pressa, mas odeiam com calma.” 

“O amor nasce de pequenas coisas, vive delas e por elas às vezes morre.” 

“Sabemos tão pouco do que estamos a fazer 
neste mundo, que eu me pergunto a mim próprio se a própria dúvida não está em dúvida.” 

Fonte: kdfrases

Poesia

Versos inscritos numa Taça de um Crânio

Não, não te assustes: não fugiu o meu espírito
Vê em mim um crânio, o único que existe
Do qual, muito ao contrário de uma fronte viva,
Tudo aquilo que flui jamais é triste.

Vivi, amei, bebi, tal como tu; morri;
Que renuncie a terra aos  ossos meus
Enche! Não podes injuriar-me; tem o verme
Lábios mais repugnantes do que os teus.

Onde outrora brilhou, talvez, minha razão,
Para ajudar os outros brilhe agora e;
Substituto haverá mais nobre que o vinho
Se o nosso cérebro já se perdeu?   

Bebe enquanto puderes; quando tu e os teus
Já tiverdes partido, uma outra gente
Possa te redimir da terra que te  abraça,
E festeje com o morto e a própria rima tente.

E por que não? Se as frontes geram tal tristeza
Através da existência - curto dia -
Redimidas dos vermes e da argila
Ao menos possam ter alguma serventia.

Fonte: http://luanegra.no.sapo.pt/byron.htm

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